Estratégia pra que te quero!


estrategiaExistem determinadas fases que a gente precisa pensar pra saber qual post deve ser publicado primeiro. Eu mesmo já tive 10 posts “agendados”, ganhando folga por quase um mês. Este, no entanto, não é o momento por que passo agora. Estou trabalhando forte num novo projeto: “Como realizar uma revisão bibliográfica em 14 dias”.

Exatamente! Em 14 dias eu preciso entregar a segunda parte do Projeto do TCC, que se trata, como já mencionei, de uma Revisão Literária sobre o que já se falou sobre Planejamento Estratégico. Minha ideia, no entanto, não é falar sobre “como” um P.E deve ser feito, mas sim “discutir” a sua real importância e quais os resultados que as empresas podem esperar ao aplicá-lo.

Hoje eu passei a tarde lendo artigos e neles encontrei alguns conceitos que provavelmente vou discutir, sendo eles:

  • “À medida que o mundo integra seus mercados e que a competição se torna um fenômeno de escala mundial, as empresas necessitam observar quais fatores deveriam ser levados em conta para maximizar suas chances de sucesso e sobrevivência, não só no curto prazo, mas principalmente em um horizonte mais distante.” (Nogueira & Moreira, 1998)
  • “Andrews (1991)  define estratégia como sendo um padrão de decisões que determinam e revelam seus objetivos, produzem as principais políticas e planos, identificam o segmento de negócio no qual a empresa está, o tipo de organização econômica e humana que ela é, ou pretende ser.”

Enfim, estes são apenas alguns conceitos. Após ler todos os artigos que selecionei será preciso buscar nos livros o que mais já foi dito para então organizar um plano do que eu poderei propor de diferente. Como o assunto já está extensamente discutido a minha ideia é formalizar argumentos que busquem convencer os empresários que ainda não acreditam na necessidade de implantar um Planejamento que oriente suas empresas para o futuro.

Lajeadense: desse jeito vai?


Por que o universo que foi desenhado no ano passado não se tornou realidade?
por Rafael Zanatta

logo_lajeadenseUm dos primeiros posts que eu escrevi para o blog estava cheio de expectativas a respeito do futuro reservado para o Esporte Clube Lajeadense nessa “nova era” comandada pela família Giovanela. A realidade, porém, está longe daquela que eu cogitava.

O fato é que os resultados, tanto dentro quanto fora de campo, não vão bem. Dentro de campo, o que vemos são alguns jogos perdidos por detalhes, mas que expõem a realidade: não dá pra sonhar com título com um time como esse. Fora do campo, o que percebemos é um esforço de algumas pessoas em dar ritmo ao projeto, mas alguns pontos deixam a desejar.

o       O primeiro é a falta de adesão da população de Lajeado diante do novo projeto: a ideia de 1000 sócios não chegou nem nos 50%, o que de certa forma não dá fôlego financeiro para o clube.

o       Um segundo fator importante surge da lentidão dos processos administrativos. Por exemplo: pelo que me consta as carteirinhas dos sócios ainda não ficaram prontas.

o       O terceiro ponto é, também, relacionado ao lado financeiro. Futebol sem $dinheiro$ não existe! No início do novo projeto falaram em centenas de empresas que ajudariam com patrocínios pequenos, mas regulares e que somariam um “bolo” delicioso. Cadê? Quem se responsabilizou por isso?

o       Por fim, tem toda essa história de construção do novo estádio que estão cogitando e que só está servindo para desviar a atenção do que realmente interessa. Esqueçam isso! Em uma hora de conversa de bar eu e o Sivinski criamos uma ideia muito mais atrativa para o Clube que não implicaria em todos os riscos que estão querendo correr. Querem construir um “estádio europeu” numa cidade que não enche nem um ginásio.

Enfim, é melhor o Lajeadense planejar melhor. Ano que vem tem o Brasil de Pelotas na segunda divisão e uma das vagas é dele! Acredito que ainda exista um intervalo de tempo para organizar melhor a casa, mas as prioridades neste caso devem estar muito bem definidas para que não existam desvios na hora de pensar futebol.

Quando as coisas dão errado…


O post desta vez não era para ser sobre acontecimentos inesperados. Pelo contrário, eu já possuía um texto prontinho sobre “credibilidade” quando meu querido computador resolveu dar pau. Eu espero mesmo que seja só o Windows Vista que parou de funcionar e que agora terá que ser formatado, porque se o problema for maior do que esse, quem estará com problemas sou EU.

O fato de um trabalho de 32 páginas que deve ser entregue na semana que vem estar armazenado naquele computador me fez pensar porque eu não coloquei ele num pendrive ou num diretório da web. Por conseqüência, percebi que difilmente estamos preparados para o pior.

No meu computador há coisas muito mais importantes que um simples post ou trabalho de faculdade, mas a idéia de que nada poderia acontecer com ele fez com que eu fosse imprudente, correndo agora o risco de ficar sem elas.

Quantas pessoas não fazem isso?

Acredito que normalmente as pessoas perdem mais tempo imaginando como será o final feliz dos seus contos de fada que acabam não percebendo que a batalha é real e que, se não estiver com o máximo de passos à frente planejados, as chances de sair vitorioso ficam cada vez menores.

É por isso que é preciso imaginar além do que coisas boas quando se está planejando. Preparar-se para acontecimentos negativos cria um hábito saudável que prevê falhas e antecipa ações importantes. Desde um computador pessoal até uma empresa, ter esse hábito pode salvar você de grandes apuros.