O prazer de Promover as pessoas


Liderar uma equipe é algo gratificante, mas não existe sentimento que se compare à sensação de promover os seus melhores colaboradores.

Para minha alegria hoje tive o prazer de realizar a primeira promoção após ter assumido um cargo de supervisão. Posso afirmar: nenhum atingimento de metas é tão gratificante quanto ver alguém que merece sendo reconhecido pelo seu trabalho.

Digo isso porque acredito muito na meritocracia. Acredito que este é o valor que deveria nortear qualquer cultura de empresa, porque é ela que traz e mantém os melhores funcionários. Para minha satisfação hoje a meritocracia mostrou-se mais uma vez presente e levou uma ótima notícia a um funcionário que faz o seu trabalho com postura de dono, que enfrenta as dificuldades com profissionalismo e acima de tudo sabe expor o seu ponto de vista de maneira clara. Costumo dizer que as coisas não acontecem por acaso e para receber alguma coisa você precisa merecer. Meu vendedor mereceu a promoção e mesmo sendo ele um dos melhores da minha mesa não cabe a mim “barrar” o seu crescimento.

E é assim que vai continuar acontecendo. Tenho esperança que muitos outros façam por merecer e possam receber boas notícias. No que depender de mim estarei sempre 100% focado no desenvolvimento de meus liderados para que eles possam estar prontos para aproveitar as oportunidades que apareçam.

A Missão da Revista Exame para salvar o Brasil


De todas as publicações brasileiras, na minha opinião, a Revista Exame é aquela que mais se importa com o cenário econômico brasileiro e, sem dúvida, a entidade que mais pesquisa alternativas para que o nosso país de fato comece a caminhar rumo ao desenvolvimento.

É por esta opinião que eu não me surpreendi com a matéria de capa da última edição da Revista (09-03-2011), na qual, mais uma vez, ela joga na cara daqueles que acreditam que o Brasil já está num nível aceitável de desenvolvimento todos os problemas que ainda enfrentamos, dia após dia, pela falta de vontade das entidades públicas em transformar nossa Nação em um verdadeiro pólo de competitividade global.

Não adianta. Não é às custas de riquezas naturais e uma população no auge do seu poder de consumo que conseguiremos competir com países como Japão, Estados Unidos, União Européia, China… e segue a lista…Cláudia Vassalo fala com muita propriedade quando enfatiza o seguinte aspecto:

Um país não herda sua capacidade de competir…A capacidade de competir de um país é uma maniferstação de vontade, uma construção obsessiva, a opção de um povo.”

É tão óbvio que deve ser por isso que Governos começam e terminam sem perceber que Desenvolvimento = atacar as fraquezas + reforçar as vantagens. Qualquer análise SWOT ilustra isso, qualquer empresa faz isso, só o Governo que não…

É ridículo: ocupamos o 58º lugar no Ranking de Competitividade Global, oneramos nossas empresas com uma carga tributária e um peso absurdo das leis trabalhistas e, ainda por cima, deixamos as contas públicas nas mãos de pessoas completamente desqualificadas “que além de gastar muito ainda gastam mal”, como comentou Cláudia Vassalo.

Faço a seguinte pergunta: eu estou falando alguma novidade?

Eu duvido que alguém nunca tenha falado que essas barreiras impedem o nosso país de ser a pintura que estamos sendo levados a crer que o Brasil está virando.

ESTAMOS LONGE! Alcançamos avanços incríveis, mas não podemos acreditar que isso é suficiente. Mais uma vez: competitividade não é herança!