The “stress strategy”


Attention please: this text needs to be revised

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A few days ago I read an interview in which the professor Mario Sergio Cortella was talking about the way the companies try to estimulate their employees to work harder. As he said, the main strategy consist in stress the workers and make them work in the limit every time, in a kind of “tense state”. In other words, consists in give the employee an amount of tasks that are almost impossible to conclude.

The companies think that working in this way they put everyone focused in the results, avoiding some free time that could divert the goal visualization.

My idea, however, is completely different and goes against this kind of thought.

I think that the stress should be use when the company needs everyone focused in the same objective, but it´s impossible to work in this situation all the time. For example: when the organization is having some problem and she still doesn´t realize how to solve it it´s important to alarm everyone because, as I said, it´s a different situation and the company needs to find good ideas to solve the case as soon as possible.

In the other hand, when the company decides that keep everyone in alert is going to be her strategy to “work faster and better” she is deciding to kill the opportunity to create a good work enviroment to their employees and, more than that, she is throwing out all the good ideas that could arise from her workers if they have the opportunity to think about the business instead of just be thinking about how they will find time to deliver all the tasks in which they were assigned.

I´m not trying to say that the companies should give less work to their employees. I´m just trying to say that the “stress strategy” must be used when the company really needs an extra dose of energy, and not all the time as they are thinking. In the short term they can have good results, but these results will become turnover in the long term and, as everyone knows (or should know), there is no way to create a good business culture if you can´t keep the talents working for you and prove to your employees that they are part of the organization and their efforts are what give  power to the company keep growing.

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A importância do NonMarket


Comentei com um amigo no almoço de hoje que a HSM Management deste bimestre está realmente sensacional. E não é para menos. Dentre as tantas matérias interessantes (se conseguir falo sobre mais alguma delas) uma chamou-me especial atenção: a importância do NonMarket para as empresas.

Eu já sabia da existência desse movimento, mas não tinha noção de que o assunto já estava sendo tão debatido. Para simplificar, NonMarket é o termo que os pesquisadores David Bach e David Bruce Allen cunharam para todas as questões de caráter Social, Político e Ambiental que se relacionam com as organizações privadas. Ou seja, o que muitos acreditam ser um universo à parte é, na verdade, uma rede complexa de ramificações que afetam o cotidiano (e os RESULTADOS!) das empresas.

É interessante refletir sobre isso. As empresas que conseguem enxergar um pouco mais adiante já perceberam que elas podem causar impacto além das tradicionais fronteiras “Acionista-Fornecedor-Cliente”. Diante deste fato busca-se, inicialmente, entender como elas estão inseridas dentro das comunidades e qual é a função que a sociedade espera que elas desempenhem. Diante disso é preciso traçar as estratégias pertinentes para que a organização possa, de fato, contribuir com o seu ambiente.

Não vale a pena iniciar uma discussão ética dos negócios, mas é preciso lembrar que não estamos falando de “promoções relâmpago” que as empresas organizam para servir como publicidade. Estratégias NonMarket são formadas a partir de um horizonte de longo prazo e são organizadas para que, de fato, causem impacto.

A matéria, na HSM, comenta sobre o caso da Shell: a empresa anunciou que afundaria uma antiga plataforma de petróleo em alto mar, mas embora possuía todos os embasamentos técnicos que defendiam a ação esqueceu-se do ambiente NonMarket, formado pelas ONG´s e Ativistas. O resultado foi um profundo desgaste da empresa com a população em geral.

O que acontece no ambiente Não Mercado frequentemente molda a dinâmica dos mercados

Ou seja, em épocas onde as Redes Sociais ganham cada vez mais prestígio é importante que a alta diretoria das empresas fique atenta ao que está acontecendo “além das suas fronteiras”. Bem como os autores mencionaram, os acontecimentos originados no NonMarket tendem a moldar as ações no Mercado Real, ou seja, negar a existência dos demais atores é esquecer a influência que eles possuem e abdicar do resultado positivo que eles podem trarzer para a imagem e para os cofre$ da organização no longo prazo.

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A matéria completa você encontra na HSM Management Setembro/Outubro 2010. Há um resumo na página do MIT Sloan Management Review