Mochilão Europa: Paris > Bruges – 30/05


Após 3 dias intensos em Paris era hora de partir. Acordei por volta das 10 horas da manhã, sendo que meu trem em direção à Bélgica partia às 11. Peguei minha mochila e, depois de caminhar uma quadra, lembrei que havia esquecido minha coca-cola na geladeira. 🙂 Voltei!

Cheguei na estação a tempo para embarcar na primeira viagem de trem do Mochilão.

O trem me levou até Bruxelas. De lá, resolvi ficar hospedado em Bruges, uma cidade à 100 km dali. A cidade de Bruges “nasceu” em 1128, ou seja, mais de 800 anos de vida. Além disso, a cidade tem o apelido de Veneza do Norte pelos canais que existem atravessando a cidade. (Veja post no blog Trip do Zanatta). Foi nesta cidade que eu resolvi alugar uma bicicleta e quando vi estava na Holanda!

Confiram as fotos!

Dia 01 de Junho eu vou para Bruxelas visitar a cidade por um dia, mas volto no mesmo dia para dormir aqui em Bruges para então, amanhã, tomar o rumo para Amsterdam.

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Mochilão Europa: Londres > Paris: 26/05


Conforme o post de ontem eu resolvi recontar a história do meu Mochilão pela Europa que está comemorando 1 ano. Na época eu não conseguia escrever diariamente e dificilmente postava fotos. Agora é a chance de revive-lo através de imagens. Caso queiram conferir, o Blog Oficial da minha viagem chamava-se Trip do Zanatta (www.tripdozanatta.wordpress.com)

Que recomece a história!

Londres, Estação Vitória: 22 horas. O tão esperado Mochilão vai começar!

Depois de 10 horas de viagem cheguei em Paris (27/05). A cidade é simplesmente impressionante! Confiram as fotos abaixo:

Post relacionado no Blog Original: Trip do Zanatta

Revivendo o Mochilão! 1 ano depois


Ontem, quando estava no ônibus vindo para Porto Alegre, lembrei que amanhã faz um ano que eu comecei uma das aventuras mais fascinantes que eu já realizei em minha vida: o Meu Mochilão pela Europa!

Dinheiro contado, passe de trem comprado, mapas a mão e muita coragem na mochila. Eu já estava morando em Londres há 8 meses, mas encarar uma viagem ao redor de um continente que eu só conhecia por livros era realmente um desafio. Tudo ocorreu melhor do que o esperado, com desvios de rotas e improvisações dignas de um verdadeiro mochilão e, quando eu percebi, ja tinha acabado. Foram 40 dias, 11 países, 21 cidades e muitas aventuras pelo caminho.

Eis que eu tive uma ideia: eu vou RECONTAR esta história!

O projeto começa exatamente 1 ano após o Mochilão ter ocorrido e os posts serão publicados conforme o Mochilão de fato aconteceu! Ou seja, os posts serão publicados conforme os dias que eu estava em cada cidade. Espero que gostem!

Cidades Visitadas!

Cidades Visitadas!(Clique na imagem para ampliar)

Nova propaganda Nissin


Ontem à tarde enquanto trabalhávamos eu e minha colega Fernanda, não me pergunte por que, entramos no assunto “bichos”. Cachorro pra cá, passarinho pra lá. Eis que a Fê comentou que quando ela era menor ela foi com a família para um hotel fazenda, onde tinha tudo que é bicho. Embora a quantidade de bichos era grande, os que mais chamaram a atenção foram os coelhos, que ao final do dia até nome já tinham recebido.

Anoiteceu e chegou a hora do jantar. Adivinha o que tinha pra comer? Não preciso nem responder né… já era pro Juvenal àquela altura do campeonato.

Eis que ontem assisti um comercial da Nissin que fala exatamente disso. Incrível coincidência, e o comercial melhor ainda. Vale a pena assistir!

ps: Semana que vem, depois deste tumulto todo de TCC e trabalhos eu prometo voltar ao ritmo normal de posts!

Bom final de semana a todos!

Lajeadense aprova venda do Estádio Florestal


terreno localizado no bairro Florestal deve ser vendido

terreno localizado no bairro Florestal deve ser vendido

A venda do Estádio Florestal vem sendo discutida amplamente na cidade de Lajeado nos últimos meses. As possíveis propostas que o presidente Nilson Giovanela afirmou ter recebido realmente fazem pensar sobre a possibilidade de vender a área para construir um novo estádio mais distante dali (com uma infra-estrutura bem mais privilegiada). No entanto, o meu ponto de vista reside na ideia de que o projeto que eles estão apresentando para a população não chegará nem na metade com os 4,5 6 milhões que eles esperam receber pela venda do terreno atual.

Dito isso, informo que foi por telefone que eu recebi a notícia do Sivinski, conselheiro do E. C. Lajeadense,  que a venda do Estádio Florestal foi aprovada na reunião de segunda-feira (73 votos a favor, 3 contra). A partir de agora deverão ser analisadas as propostas.

Eu já expressei o que penso em outras ocasiões. A minha principal preocupação é que esta obra se torne um “objeto inacabado e escondio” dos lajeadenses. Isso porque o novo terreno será distante do centro da cidade (exigindo da população que se locomova de carro até o local) e porque exigirá uma coordenação muito grande de esforços para que mais recursos possam ser levantados para a sua completa finalização.

No entanto, acho que estes desafios são possíveis de serem transpostos se o Clube e o Poder Público abraçarem a causa de modo profissional. Em Lajeado é fácil citar casos onde obras foram superfaturadas e essa não será diferente se não houver ferramentas que coibam esta prática. Se o projeto realizado expressar credibilidade a população vai ajudar. Se não, a obra vai virar um elefante branco, ou então um Parque dos Dick, que já existe há 16 anos e ainda não está pronto.

Minha opinião: que tal realizar uma prestação de contas mensal do Projeto e expressar no papel os gastos? Aí sim eu começo a acreditar que isso pode dar certo!

Quando o menos arriscado tem mais possibilidade de dar errado


A complexidade do ambiente empresarial fez com que a necessidade de inovar se tornasse um imperativo para que as organizações continuem a existir. A partir desta realidade foi necessário inserir no dia-a-dia das empresas uma rotina que instigue a criatividade e a geração de ideias, partindo de um olhar crítico sobre o comportamento do mercado e da concorrência.

Caso a organização realizar uma boa interpretação do ambiente ela vai conseguir identificar o que de fato o cliente percebe como valor. Não o que ela acha “bonitinho” no produto, mas sim o que faz com que o produto seja escolhido em detrimento do outro na hora da decisão, por exemplo.

A partir desta interpretação deve-se chegar a um determinado número de alternativas de investimento. O problema, no entanto, reside exatamente nesta etapa: gestores tendem a privilegiar investimentos que apresentam o menor risco.

É claro que devemos escolher entre o investimento com menor risco, certo? ERRADO!

Este é o problema da maioria dos gestores e das empresas ao perceberem o “risco” como um inimigo mortal que deve ser mantido a quilômetros de distância. Investimentos com menor risco significam uma maior probabilidade de fazer o que já existe no mercado (igual à concorrência). Desta forma, focar os esforços “no que já existe” não diferencia a empresa, mas a torna igual a qualquer outra.

E neste ponto reside o pior problema: quando o produto é igual a qualquer outro a única diferença que o consumidor irá levar em conta na hora da decisão é o preço e, neste caso, uma empresa padrão poderá oferecer o produto até que o seu preço seja igual ao seu custo de produção.

É por isso que as empresas devem inserir em suas agendas o compromisso de desenvolver soluções novas pois ao trazer valor para o cliente de uma forma diferente dos demais concorrentes a empresa tem a possibilidade de lucrar mais!

Outros posts sobre Inovação

Estratégia pra que te quero!


estrategiaExistem determinadas fases que a gente precisa pensar pra saber qual post deve ser publicado primeiro. Eu mesmo já tive 10 posts “agendados”, ganhando folga por quase um mês. Este, no entanto, não é o momento por que passo agora. Estou trabalhando forte num novo projeto: “Como realizar uma revisão bibliográfica em 14 dias”.

Exatamente! Em 14 dias eu preciso entregar a segunda parte do Projeto do TCC, que se trata, como já mencionei, de uma Revisão Literária sobre o que já se falou sobre Planejamento Estratégico. Minha ideia, no entanto, não é falar sobre “como” um P.E deve ser feito, mas sim “discutir” a sua real importância e quais os resultados que as empresas podem esperar ao aplicá-lo.

Hoje eu passei a tarde lendo artigos e neles encontrei alguns conceitos que provavelmente vou discutir, sendo eles:

  • “À medida que o mundo integra seus mercados e que a competição se torna um fenômeno de escala mundial, as empresas necessitam observar quais fatores deveriam ser levados em conta para maximizar suas chances de sucesso e sobrevivência, não só no curto prazo, mas principalmente em um horizonte mais distante.” (Nogueira & Moreira, 1998)
  • “Andrews (1991)  define estratégia como sendo um padrão de decisões que determinam e revelam seus objetivos, produzem as principais políticas e planos, identificam o segmento de negócio no qual a empresa está, o tipo de organização econômica e humana que ela é, ou pretende ser.”

Enfim, estes são apenas alguns conceitos. Após ler todos os artigos que selecionei será preciso buscar nos livros o que mais já foi dito para então organizar um plano do que eu poderei propor de diferente. Como o assunto já está extensamente discutido a minha ideia é formalizar argumentos que busquem convencer os empresários que ainda não acreditam na necessidade de implantar um Planejamento que oriente suas empresas para o futuro.