A arte de fazer o que se gosta

la la ra… a parte ali embaixo que eu falo que estou de férias não é mais verdade… este post é mais um da série “deveria ter publicado a um bom tempo atrás”

É surpreendente como as pessoas conseguem se motivar com as coisas mais simples, na maioria das vezes quando o assunto diz respeito a tudo, menos àquelas que estejam relacionadas a atividades profissionais ou compromissos acadêmicos. Passei as últimas duas horas e meia editando alguns vídeos sobre o final de semana que passei com amigos na praia e, mesmo que isso tenha me tirado um bom tempo devido ao fato de eu não saber utilizar o programa, sinto-me absolutamente bem, ansioso para ver a reação deles ao verem o vídeo.

Ultimamente tempo não me tem faltado. Estou de férias na faculdade e não estou trabalhando, fato que me propicia ler um livro despretensiosamente, correr em plena madrugada, jogar conversa fora com amigos até altas horas e, por que não, dormir até quando der na telha. Mesmo assim sinto-me mal quando, em minha opinião, eu não aproveitei o dia de forma adequada.

Desta forma, o que poderia ser considerado adequado?

Adequado, neste caso, eu considero tudo aquilo que você faz e que lhe traga satisfação! Acho esta palavra engraçada porque ela não tem a ver com o que se faz, mas quem está fazendo. Por exemplo: jogar futebol pode não te trazer satisfação, mas para mim é imprescindível num final de semana. Assistir tv, para mim, pode não ser tão legal assim, mas para você pode ser a oportunidade de desacelerar depois de um dia agitado.

É por isso que, mesmo sem parecer, o fato de eu ter editado os vídeos que vão gerar algumas risadas entre meus amigos torna o meu dia produtivo. As leituras que farei daqui a pouco serão o toque final e aí poderei dormir tranqüilo, sem pensar que desperdicei um dia da minha vida.

Vale a pena dizer:

As pessoas devem dar valor ao seu trabalho e torna-lo prazeroso. No entanto, a ideia de que podemos substituir nossos hobbies por ele parece-me um tanto equivocada. Tiramos nosso sustento do trabalho e ele nos proporciona em alguns momentos a realização de nossos sonhos. No entanto, a partir do momento que ele não figurar mais no rol das coisas “adequadas” devemos tratar de reavaliar nossas escolhas.

Não procure viver a vida de outra pessoa! O que me faz feliz provavelmente – e que bom que seja – é muito diferente daquilo que o satisfaz, então não pense nos rótulos que criam por aí e trate de fazer o que realmente lhe é prazeroso.

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